02/03/2026

Problema da violência

 

É comum entre os meios de comunicação a notícia da violência crescente. Se é inquietante para o nosso povo, é sobretudo para os governantes do nosso país. E muitos são os fatores que a produz. Nesse sentido, inclusive, é lamentável a existência de grupos milicianos que é um fator de aumento da violência. Quantos não são o número dos policiais que estão envolvidos em esquemas punitivos? E quem sofre é o nosso povo! 

De onde nasce a violência? Muitas são as causas, mas vejo que, em última instância, os piores culpado da violência são os nossos governantes. E por quê afirmo isso? Por causa da tremenda injustiça que eles colocam sobre o povo. E só ver o disparate entre o salário dos políticos e dos trabalhadores. O salário insuficiente provoca desordem na sociedade, desigualdades, cria ambiente de marginalidade, desemprego, fome, miséria, proliferação das doenças, prostituição, pobreza. E enquanto as autoridades governamentais não entenderem a verdadeira solução para o problema, não temos como sair dele. 


E qual é a solução? Promover a justiça social, o bem-estar da família, como por exemplo: deixar que nossas mulheres exerçam a mais linda função de educar seus filhos, desde a tenra infância até a idade adulta. Com efeito, o carinho de mamãe, seu afeto, seu calor, seus beijos e abraços, sua dedicação completa, seu educar, cuida e prepara seu filho para ser um adulto saudável e feliz. Mas, para isso, é necessário que o governo dê as condições necessárias, inclusive um salario adequado, para que ela possa exercer com tranquilidade a sua tarefa: dar para o nosso Brasil, excelentes pessoas humanas. Isso sem mexer na renda do pai de família. Quem sabe teríamos aí um excelente meio de acabar com a violência? Em artigos anteriores, muitas vezes tenho repetindo essa ideia. Acredito e defendo essa ideia e já dei muitas motivações e justificativas para a mesma. Família valorizada violência diminuída. Esse é o jeito certo de acabar com a violência: amor de mamãe, amor de papai, salário justo, povo feliz. 

Pe. Guilherme Gomes