23/02/2026

Jesus, como me doe o coração!

 

Jesus, como me doe o coração! 


Jesus, como me doe o coração, percebendo a juventude se afastando cada vez mais da sua Igreja . Por que será, meu Deus? 

Será que é culpa dos seus ministros, sacerdotes? Será que os nossos sacerdotes não estão fazendo o seu trabalho a contento como deve ser no seu tão sublime ministério? Será que os padres não estão se envolvendo com o seu povo? Será que é isso que está acontecendo, e por isso, não atrai mais a juventude para o seu reino? 

Que fazer, meu Deus? Será que eles esqueceram o que é o sacerdote? São Paulo explica em Hb 5,1-3s: 
"Todo sumo sacerdote é escolhido dentre os homens e designado para representá-los em questões relacionadas com Deus e apresentar ofertas e sacrifícios pelos pecados. Ele é capaz de se compadecer dos que não têm conhecimento e se desviam, visto que ele próprio está sujeito à fraqueza. Por isso ele precisa oferecer sacrifícios por seus próprios pecados, bem como pelos pecados do povo". E Jesus disse aos seus primeiros discípulos, “serei minhas testemunhas em toda parte” (At 1,8) . 

E aí, será que nós, padres de hoje, estamos sendo isso que são Paulo e Jesus nos apontam? 
Já escutei certa criatura dizer: “Como vou me confessar com um cara pior do que eu?” E lembro de um fato de uma pessoa que precisava com urgência de uma palavra esclarecedora de um padre e bateu a porta de 7 padres, todos falaram que não tinha tempo pra atendê-la. Resultado: foi a um pastor de Igreja protestante. O pastor recebeu muito bem e explicou o que ela queria, e ela acabou se tornando protestante. 

Acho que nós, os padres e todos as lideranças leigas do povo, acho, estamos precisando de um bom exame de consciência diante de fatos assim. Precisamos nos tornamos verdadeiros imitadores de Cristo, que não largava o contato com o povo. Ele que passava noites inteiras em oração ao Pai. Será que estamos rezando o suficiente para o louvor de Deus e proveito do povo e de nós mesmo? 

Meus irmãos, colegas no sacerdócio, pensemos nisso e quem sabe, mudemos o nosso modo de trabalhar. De sermos gente do povo! Talvez aí, os jovens comecem a voltar para a Igreja. 

Pe. Guilherme Gomes.

16/02/2026

Viva feliz!

 

Viva feliz!

Você quer viver sempre feliz? Claro que quer. Não é verdade? Então faça assim: Viver em perfeita sintonia com Deus. Isso é claríssimo. Por que? Porque sem Deus você não é, não faz, não consegue absolutamente nada. Você nem existiria. Não temos capacidade inata de nos fazer aparecer no mundo. Tudo parte de Deus. 

São Paulo confirma isso de maneira clara quando diz ao povo de Atenas: "O Deus que fez o mundo e tudo o que nele há, sendo ele Senhor do céu e da terra [...], é quem dá a todos a vida, a respiração e todas as coisas; e de um só fez todas as raças dos homens, para habitarem sobre toda a face da terra, determinando-lhes os tempos já dantes ordenados e os limites da sua habitação; para que buscassem a Deus, se porventura, tateando, o pudessem achar, o qual, todavia, não está longe de cada um de nós; porque nele vivemos, e nos movemos, e existimos" (Atos 17, 24a.25b.26-28a). 

Viu como estou certo? É isso aí! Sem Deus perde-se tudo. 

Pe. Guilherme Gomes.

09/02/2026

Só Deus Sabe!

 

Só Deus Sabe! 

Deus que criou todas as coisas, só ele sabe fazer. Só ele tem o poder de chamar as coisas à Existência (Gn 1 1-24). Apareça um homem ou cientista que faça aparecer alguma coisa, nem se quer, um punhado de terra, ele é capaz de fazer. Por tanto o ser humano é chamado a o uso adequado das coisas que Deus fez. E exatamente por falta de fidelidade, da falta de seguimento ao modelo divino, é que a humanidade está sofrendo tanto. Observo, escuto, e pelo meu raciocínio percebo olhando para a realidade da marginalidade tremenda que ainda existe, há roubos, mortes, estupros…, na vida do cidadão brasileiro, e mesmo de outras nações. Escuto falar em projeto pra acabar com a violência, mas não nos dispomos a fazer como Deus fez. 

Onde está a fonte da marginalidade? Está no desrespeito a ordem divina, que nos manda amar uns aos outros. Ao primeiro casal humano Deus disse: “crescei e multiplicai-vos”. Isto é cuidai da vida, da continuidade da vida humana, mas faça-o de maneira que cresçam em plenitude. Multiplicar não é gerar vidas e deixá-la pra lá, então, sobre isto recomendo ler meus artigos publicados anteriormente, onde ao falar do cuidado dos filhos e sua educação explico o papel das mamães e sua importância até os filhos chegarem a maior idade. Também nesses artigos falo das responsabilidades do governo em garantir para elas um salario adequado, no exercício da sua maternidade. Infelizmente, como as políticas públicas não fazem assim, as mulheres mamães são por necessidades obrigadas a irem trabalhar fora de casa. Eis o desmantelo! A sociedade brasileira liderada por seus representantes politico não está sendo devidamente servida. A sociedade está agindo em desacordo com o modelo divino. Ou se volta para Deus ou não tem governo, nem policial que concerte o desmantelo e a marginalidade na sociedade. Não têm! 

Pe. Guilherme Gomes.

04/02/2026

o poder divino

O poder divino

Diz a Bíblia que quando Deus terminou de criar o mundo e todas as coisas que nele existem (a última criatura foi a mulher) deu uma olhada de conjunto e viu que tudo era bom (cf. Gn 1, 26-2, 4). O homem ficou encarregado de administrar, usufruir e zelar tudo. 

Entre as árvores frutíferas existentes no lugar em que Deus colocou o homem havia uma cujo fruto não poderia ser usado pelo homem porque poderia causar-lhe a morte (cf. Gn 3,1-7). 

Deus no seu zelo paterno avisou proibindo que o homem não usasse o fruto daquela árvore dizendo-lhe que se usasse iria morrer com certeza (cf. Gn 3,3b). 

Tudo ia bem, mas, aconteceu uma coisa estranha. Sem mais nem menos apareceu uma cobra falando: “não morrereis, mas Deus sabe que, no dia em que comeres sereis como ‘deuses’ versados no bem e no mal” (cf. Gn 3,4-5). 

Além de engraçado, a cobra fala uma mensagem mentirosa, contrária a palavra do Criador: “pode comer”. A árvore apresentava frutos apetitosos e a mulher se deixou enganar. Comendo o fruto levou o companheiro a fazer a mesma coisa, acontecendo o desastre. 

A desgraça estava feita, assumiram o pior programa que se podia imaginar: o programa para a morte. A serpente era apenas um vil instrumento do Satanás.’ 

Pe. Guilherme Gomes.