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25/05/2026

Será?

 

Será? ​

Será que os deputados e senadores esqueceram que o povo também tem barriga? Que o povo também sente fome? ​ Eu creio que a ganância financeira desses homens está perturbando, de maneira lastimável, a realidade em que vive o povo brasileiro. Eles ficam com dinheiro demais e o povo, seus eleitores, ficam com dinheiro de menos. ​

Será que esses homens não conhecem as leis do Brasil? Será que esses irmãos desconhecem o artigo 7º da Constituição Brasileira? Lembram-se do artigo 7º, que mostra que o salário mínimo deve cobrir as necessidades básicas do trabalhador com a sua família, de sorte que vivam de maneira confortável? ​

Então, senhores congressistas, vocês têm que legislar a favor do povo. É função de vocês cuidar da sociedade como ela tem direito e merece. ​ Façam isso! 


 Pe. Guilherme Gomes.

06/01/2026

Carta Aberta ao Povo de Petrolândia PE

 

Carta Aberta ao Povo de Petrolândia PE 


Caruaru 15 de dezembro de 2025 

Caríssimos habitantes de Petrolândia. 

Sou monsenhor Guilherme Gomes da Silva, conhecido por padre Guilherme, conterrâneo de vocês. A maioria de vocês não me conhecem. Veja minha pequena história: nasci no sítio chamado Várzea Alegre, as margens do rio São Francisco, em 07/ 03/1937, hoje, estou hoje com 88 anos de idade. Sou filho de um casal: José Gomes da Silva e Rosa Gomes de Souza, ele pernambucano e ela baiana. Cresci pescando no rio São Francisco, trabalhando na roça, (com seis anos papai me deu minha primeira enxada fiquei tão feliz), pastoreando ovelhas e bodes. Fiz minha primeira comunhão na igreja Sagrado Coração de Jesus em Barreiras, com quase 14 anos, fui para o seminário de Pesqueira, conduzido pelo padre Pedro Haseruth, da Congregação Missionária de São Vicente. Passei 3 anos em pesqueira e fui transferido para João pessoa. No dia 5 de setembro de 1964, na igreja de Nossa Senhora do Rosário, em Caruaru, fui ordenado sacerdote pelo senhor bispo diocesano Dom Augusto Carvalho. No dia 7 de setembro celebrei minha primeira missa na igreja do Sagrado Coração de Jesus em Barreiras. No dia seguinte, celebrei a minha segunda missa na igreja de São Francisco em Petrolândia, aqui iniciou o meu drama: vocês me pediram para eu ficar com vocês em Petrolândia. Tive que dar um lamentável não a meu povo. Expliquei que tinha sido transferido da diocese de Pesqueira para diocese de Caruaru, atendendo ao pedido do meu ex-reitor de Pesqueira nomeado bispo de Caruaru. A diocese de Caruaru estava bastante carente de seminarista. Foi essa desculpa que apresentei a vocês naquele tempo. Mais intimamente fiquei comprometido com o povo de Petrolândia. Hoje, estou cumprindo esse grande desejo: Está junto de vocês! E por meio desses subsídios religiosos que representam praticamente uma semana de missão, trago uma palavra de estímulo, de fé, esperança e caridade. A recebam como sendo a realização do meu compromisso evangelizador com meu povo. Desculpe-me pela demora: 61 anos depois de ordenado. Eu amo vocês. 


Observação: a missão continua através das minhas redes sociais: no Facebook, no Instagram e no blog: Acesse essas plataformas e procure por: Monsenhor Guilherme Gomes. Estaremos sempre em contato. 

 Assinado: Pe. Guilherme Gomes da Silva.

07/07/2025

Como aceitar?

Como aceitar? 


O salário mínimo no Brasil em 04/06/2025 é de 1.518 reais. Algumas pessoas recebem também o Bolsa Família no valor de 600 reais, total do salário mais o Bolsa Família é de 2.118 reais. Será que esse valor é suficiente para uma pessoa passar o mês confortavelmente? Digo das pessoas que tem essas duas fontes de renda, pois, a grande maioria da população, sobretudo os pobres dos pobres, só tem mesmo por certo, o Bolsa Família. Ora, segundo o DIEESE, o salário para uma pessoa hoje no Brasil, deveria ser de pelo menos 7.067 reais. 

 Você percebe a diferença? 

A Constituição brasileira afirma no artigo 7º, inciso IV, de 1988, que o salário mínimo fixado por lei nacionalmente unificado é capaz de atender as suas necessidades vitais básicas e as de sua família. Necessidades como moradia, alimentação, educação, saúde, lazer, vestuário, higiene, transporte e previdência social com reajustes sindicais que lhe preserve o poder aquisitivo. 

Será que nossos deputados não conhece esse artigo da Constituição? Creio que conhecesse. Então, podemos lhe dizer: Parem de fazer conta que não existe! Parem de sugar o povo! Suas condutas só demostram exatamente o “por quê” do povo ter apenas salário “tão” mínimo. 

Acha você, leitor, que o Congresso está fazendo corretamente o seu papel maior que é cuidar do bem-estar do povo brasileiro? 

Olhando esse contexto e circunstâncias que estamos vivendo no país, parece-me exatamente o contrário, estamos precisando trocar esses congressistas por outras pessoas que sejam mais sensíveis e a favor do povo. 

Vocês não acham que sim? 


 Pe. Guilherme Gomes

16/06/2025

Trocando ideias


Trocando ideias 

Trocando ideias com uma jovem amiga, passei a conversar sobre a minha e maior preocupação com os meus irmãos de todo Brasil frente aos nossos políticos que deixam o povo com um salário inferior às suas necessidades, enquanto reservam para eles, os próprios políticos, um salário absurdo. Imagine só: 46 mil reais de salário liquido e regalias tais que chega a garantir para eles um valor superior a 100 mil reais. 

Já pensou, gente? É por isso que falta dinheiro para o povo que eles nos classificam como “gente de baixa renda”. 

“Cabra de peia”, não é? 

Então, eu explicava à minha amiga dizendo do meu trabalho de orientar o povo para que veja o que os políticos estão fazendo em favor do povo, e assim, tirar do poder o parlamentar que só pensa nele e deixa o povo na pior. 

Diante dessa conversa, minha amiga simplesmente concluiu dizendo: “todos devem ser trocados!” 

E eu pensei: “onde encontrar pessoas de nível político para merecer o nosso voto?!!!. 

Pe. Guilherme Gomes.

02/05/2025

O despertar do povo

Tendo em vista o imenso abismo financeiro entre o Congresso Nacional e o povo brasileiro, resolvi escrever essa observação. Começo por essa pequena constatação feita há uns anos atrás em ambientes violentos do Brasil. Uma pesquisa que foi feita entre pessoas vulneráveis que questionados com a pergunta: “Por que você entrou na marginalidade?” A resposta foi unanime entre cada entrevistado: “Quando eu via minha mãe na hora do café da manhã chorando por não ter o alimento para meus irmãos, eu resolvi roubar para ajudar minha família”. Eu pergunto: Como entender uma situação dessa em um país que é rico em alimentos e grande cobrador de impostos? Está faltando uma administração adequada por parte do nosso Congresso Nacional. 

Veja você: todo brasileiro paga impostos diariamente e este dinheiro que os brasileiros entregam ao governo formam o grande capital para ser distribuído entre a população brasileira de maneira justa. Eu exemplifico esse dinheiro como um bolo feito por uma mãe para o comemorar o aniversário de um dos filhos, ela divide esse bolo em pedaços iguais, nenhum filho tem o privilégio de pegar o pedaço maior. Assim deve ser a distribuição do dinheiro que entregamos ao Governo através de impostos. A administração desse dinheiro é feita pelo Congresso Nacional, lamentavelmente os nossos deputados e senadores. 

O salário entre o povo e eles tem uma diferença exorbitante. Cada um deles recebem um salário de 44 mil reais mais privilégios que somam uma boa quantia, e o povo? O povo fica com apenas um salário mínimo no valor de 1.518,00 (01/02/2025), isto está certo? Isso significa que nosso povo precisa melhorar a qualidade de nosso políticos. O povo escolhe os governantes através do voto. Temos que escolher melhor os candidatos, precisamos acompanhar os seus trabalhos e propostas para saber qual político deve ser trocado. 

O POVO É SOBERANO! Precisamos ter consciência disso e afirmar: o político é empregado do povo, se um político não serve, devemos trocar. Essa situação é uma violência e deve acabar.


Pe. Guilherme Gomes.

18/01/2022

Estranho relacionamento


 Muito me tem chamado a atenção o jeito de se relacionar patrão e empregado quandro se trata do povo e da classe política.

Sabemos que o político é simplesmente um funcionário público, ou seja, um empregado do povo. Através da eleição o povo dá ao eleito o poder e a consequente obrigação de fazer aquilo que o povo quer que seja feito em vista do bem-estar do próprio povo. E a ordem de serviço aponta para aquilo que é mais urgente e necessário. Às vezes até o político reúne o povo para saber o que ele mais deseja para o seu bairro.

Mas ao sair dali ele vai e faz (quando faz) aquilo que mais lhe convém e já em vista de garantir o próximo mandato. E o povo fica no escanteio.

Vamos à um exemplo: O que é mais importante água ou calçamento? O alimento ou a praça?

Sabemos que o alimento brota da terra e que a terra sem água não brota nada. Então cadê os açudes na propriedade do agricultor? Fazem barreiros. Mas barreiro, é como “passar manteiga em venta de gato”. Não dá para nada. Chegou a seca logo ele seca.

E como conservar o capim para o gado, a horta da família e o atendimento a sede? Como o povo vai viver sem a água que produz o alimento? Lembro-me aqui da expressão engraçada do Chico Anísio: “ É o povo? Quero é mais que o povo se exploda!”

O que fica muito claro aqui é que o povo não está sabendo dar ordem ao seu empregado. E aí o empregado aproveita e faz bem o que quer do jeito que quer e fim de papo. E ainda tem a “cara de pau” de na próxima eleição comprar o voto do povo.

Não é de dar pena?!

Quem vai ajudar o povo a sair dessa? Eu estou me dispondo a isso e estou procurando quem queira ajudar também. Quem quiser se apresente.

Temos que sair da lama!

12/11/2021

Miséria: falta fé nos dois lados

 


Muito acertadamente falou o Flávio José ao lastimar em sua canção o porque do Brasil não ser o seu país, declarando: “Onde nunca os humildes são ouvidos e uma elite sem Deus é quem domina”. Digo que ele tem razão porque vendo a ação do Congresso nacional em relação ao povo é simplesmente deplorável. Só puxam do povo. Só enriquecem cada vez mais à medida que fazem o pobre se afundar cava vez mais. E quando fazem alguma coisa em favor do povo estão simplesmente armando uma jogada para pegar o voto na próxima eleição. O negócio é manterem seu emprego pelo qual recebem o salário do tamanho que querem e que eles mesmos decidem.

Quem tem fé não faz isso com seus irmãos.

E o povo? O povo na sua esmagadora maioria também não tem fé. Pois se o povo tivesse fé não permitiria que seu vizinho passasse fome ao seu lado, sem uma ação concreta em favor dele, sem nada fazer, para ajudá-lo a sair daquela situação de precariedade.

Mas atenção: Não quero dizer com isso que o povo brasileiro é um povo ateu não. Quero dizer que é um povo cuja fé é uma fé passiva, inoperante que não leva à ação. É a fé sem obras da qual fala são Tiago que acrescenta: “a fé sem obras é morta” (cf. Tg 2,26). Se tivéssemos uma fé viva, ativa, atuante, facilmente mudaríamos o destino do nosso povo buscando a solução junto aos governantes, que são os grandes responsáveis por isso.

É preciso voltar-se para Deus e obedecer o grande mandamento: “Amai-vos uns aos outros”. (cf. Jo 13, 34).

09/01/2021

Para que serve governo?

 


Será que estou certo em afirmar que a função do governo é garantir o bem-estar do povo que constitui o país, o Estado e Municípios? Se você concorda comigo então eu lhe pergunto: cadê a segurança do povo? Cadê a cultura do país? Cadê a saúde do povo?

Em 2020 mataram 24.012 pessoas segundo dados da internet, um aumento de 7% em relação ao ano anterior. Só em PE houve um aumento de 2,3% ou seja, 3.460 assassinatos. Os números podem ser um pouco mais, se considerarmos que, essas informações não reflete o todo que ainda não foi divulgado pelos órgãos competentes para este ano de 2020..

Os brasileiros estão cheios de gente doentes. É muita gente morrendo fora de tempo! Veja essa outra realidade, que é a questão do analfabetismo. Pernambuco tem 900 mil analfabetos, o Brasil tem 11 milhões, segundo dados colhidos na internet. E aí?

Considerando tudo isso e muito mais coisas que vocês bem conhecem então eu pergunto: para que serve governo no Brasil?